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Sábado, 5 de Julho de 2008

Um barco sem cais...

(imagem tirada da net)

 

Há pessoas que entram na nossa vida de surpresa e com pézinhos de lã vão começando a tomar conta de pedacinhos de nós, do nosso coração. Por vezes até demora a que percebamos que já conquistaram um pouquinho de nós, mesmo que essa conquista tenha nascido no primeiro instante.

 

É impossível prever que futuro será o desse pedacinho de bem-querer. Se algum dia chegará a ser maior, ou se, pelo contrário, algum dia se desvanecerá. Sei apenas que é algo que, enquanto existe, chega para dar um pouco mais de cor a cada dia.

 

São pequeninos sentimentos, sem nome, tão subtis, mas marcantes o suficiente para nos fazer questionar sobre a força que um passado recente tem no presente. Que coisas, que pessoas ainda nos seguram. Se esses laços ainda existem.

 

Por vezes sinto-me como um barco que pensa ter ancorado num cais e sonha que ainda lá está, mas na verdade as amarras já quebraram no meio de um qualquer temporal. E o cais, pela sua natureza, jamais sairá do lugar para ir ao seu encontro no meio do mar. Sou um barco à deriva, com os elos da âncora quebrados. Os ventos e as tempestades adormeceram-me a madeira, que já não distingue se é contra rocha que bate ou areia macia. Tenho esperança que entretanto o mar me embale, cuide de mim, sare as minhas feridas e me devolva o que a tempestade me tirou. Então depois me faça ver a praia que criou para mim, para ser a minha casa.

 

 

 

 

sinto-me:
música: Michael Nyman_The heart asks the pleasure first (The Piano)

by anamar às 02:06

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