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Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

O Escudo

 

(imagem tirada da net)

 

 

As palavras proferidas podem ser armas mais tortuosas que lanças. Algumas conseguem entrar certeiras no peito e fazer estragos irreparáveis. No entanto, só o são para quem o permite, para quem não construiu ainda o seu próprio escudo.

 

Aprender a usar toda e qualquer palavra a nosso favor é tão importante como saber aproveitar o vento para levar um barco até terra. Conseguir um porto seguro depende muito da inteligência de quem segura na vela, muito mais do que da força.

 

O céu não se enganou quando, ao ser humano, atribuiu dois ouvidos e uma boca. A criação do nosso escudo começa quando nos damos conta da importância de ouvir muito mais do que falar. A pessoa que ouve fica sempre a ganhar, fica sempre mais sábia, mais rica, independentemente daquilo que é dito ou se concorda. A pessoa que fala nada ganha além do que já possui. O perigo das palavras não está na sua natureza e muito menos no seu significado. Está sim, na entoação e intenção que lhes é dada. É, no entanto, no acto de reconhecer e isolar estes dois pólos que o escudo fica praticamente completo. Resta a inteligência de filtrar da mensagem apenas o seu significado, deixando de parte quaisquer segundos sentidos. Então, e a partir daí, construir a resposta, um retorno escudado pela ilusão da ignorância dos segundos sentidos. A verdadeira essência da expressão “responder à letra”.

 

 

sinto-me: a aprender o silêncio
música: Portishead - Roads

by anamar às 15:18

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