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Quarta-feira, 23 de Julho de 2008

Uma aranha e um fio de seda

 

(imagem tirada da net)

 

Imaginemos uma aranha, suspensa por um único fio de seda algures num lugar muito ventoso. Essa aranha está um tanto à deriva, sem saber bem o que fazer com o tal fio que a segura. Não sabe se há-de usá-lo para construir a sua teia, ou se deve largá-lo e ir tecer outra teia num lugar mais calmo. Ela ainda não decifrou se esse fio de seda, que a tem mantido ligada àquele lugar, é o primeiro fio de uma teia, de um projecto incompleto, ou o último de um projecto que não teve “patas” para andar.

Por um lado, tentar construir uma teia num lugar onde o vento é tão instável, poderia vir a ser uma vantagem no que toca a conseguir alimento. Certamente muita bicharada desgovernada cairia na sua teia. No entanto, tal construção implicaria demasiado esforço e sacrifício, e provavelmente chegaria ao fim do dia sem conseguiria saborear devidamente “o prato”.

Por outro lado, optar por tecer uma teia num lugar mais calmo poderia nem proporcionar tanto alimento, mas certamente seria uma teia mais segura de construir, menos susceptível a quedas e fios quebrados. No final do dia não teria desperdiçado energia e por sua vez a necessidade de a repor seria mínima. Nem precisaria de muito alimento e sobraria muito mais tempo para apreciar a refeição.

Contudo, temos de admitir que por vezes os cenários mudam. Uma pequena brisa pode muito bem ser o começo de um tornado, e um vendaval pode ser apenas passageiro e logo a calmaria se instala…

 

 

sinto-me: a ver para onde sopra o vento
música: Katie Melua - Spiders web

by anamar às 17:56

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