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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008

Amor

Um texto lindíssimo... Palavras para quê...

 

 

Sempre para sempre


Há amor amigo
Amor rebelde
Amor antigo
Amor da pele

Há amor tão longe
Amor distante
Amor de olhos
Amor de amante

Há amor de inverno
Amor de verão
Amor que rouba
Como um ladrão

Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado

Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue, bem quente

Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca, nunca tocado

Há amor secreto
De cheiro intenso
Amor tao próximo
Amor de incenso

Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada, mas nada
Te faz contente, me faz contente

Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido

Há amor eterno
Sem nunca, talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez

Há amor de certezas
Que não trará dor
Amor que afinal
É amor,
Sem amor

O amor é tudo,
Tudo isto
E nada disto
Para tanta gente

É acabar de maneira igual
E recomeçar
Um amor diferente
Sempre , para sempre
Para sempre

 

(Música dos Donna Maria)

sinto-me: amar vale a pena
música: "Sempre para sempre" - Donna Maria
tags:

by anamar às 00:51

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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

Para a meta... aos zigue-zagues!

 

(imagem tirada da net)

 

Aos nossos atletas nos jogos Olímpicos (agora não se fala noutra coisa), foi-lhes dado um objectivo a cumprir e foi-lhes pedido que fizessem o melhor possível para o atingir, o pódio, a medalha… (afinal é para isso que recebem os apoios, é o mínimo). Agora olhamos para eles pelos ecrãs das televisões e ouvimo-los dar desculpas esfarrapadas para aquilo que nem perto chegaram de alcançar (pelo menos alguns deles). Na nossa vida também estabelecemos metas, e muitas vezes bem díspares da nossa vulgar linha de comportamento. Muitas vezes reflectimos e decidimos mudar.

 

Para algumas pessoas que conheço o normal, depois de um objectivo traçado, é tentar convergir cada pensamento, cada acção, numa linha coerente de raciocínio, fazer as escolhas do dia-a-dia de acordo com a meta definida, até nas coisas mais simples. Não preciso mencionar o nome de ninguém para saber que as pessoas de quem me estou a lembrar neste preciso momento, são pessoas de carácter, determinadas. Não são de baixar os braços, sabem bem quem são e o que querem, e onde querem chegar. Eu admiro-os muito por isso. Há momentos que, sinceramente, gostava de ser mais assim. Mas a minha essência é um pouquinho diferente.

 

A verdade de que sou feita é muitas vezes contraditória, um quase constante jogo de forças. Mas como tudo o que é contrário se complementa, também sei que só sendo assim, uma mistura de opostos, me sinto completa. Até nisto existe contradição, porque os opostos que me confundem num momento, são também os que me fazem sentir eu mesma.

 

Não dou desculpas esfarrapadas quando sinto que preciso de algo na minha vida e as minhas acções não acontecem todas em consonância com isso, como seria de prever, mas não é por hoje ter feito algo diferente que torna isso errado, que deixo de pensar ou sentir como antes. Pelo contrário, eu preciso de ambas as coisas em cada momento porque ambas fazem parte de mim, e por isso serão sempre escolhas certas (mesmo correndo o risco de não serem escolhas felizes).

 

Não digo que um dia não mudarei a minha visão, as minhas opiniões, as minhas necessidades, que consiga passar a definir uma meta e fazer convergir as minhas acções e ideias para ela, mas por agora os meus passos desenham apenas uma nuvem de pegadas, um tanto confusas é certo, mas apesar disso, com tendência a apontar numa única direcção, a minha meta. 

 

 

sinto-me: sou mesmo uma "gémeos"
música: Moloko - "The Time Is Now"

by anamar às 17:15

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Porcaria de telemóvel... E a burra sou EU!

 

    Estou chateada! Mesmo chateada! Com um brutal texto quase terminado para pôr aqui e foi-se tudo pelos ares. Mas que mania que eu tenho de escrever no telemóvel!!! Não devo ser normal... quem é que escreve rascunhos do blog no telemóvel??? EU, claro! E o meu é tão bom ou tão mau que de vez em quando pára-lhe a boneca e bloqueia. Depois só há duas soluções, ou espero que desbloqueie sozinho, não faço nada e ele apaga e acende por ele, mas manda-me tudo  o que escrevi até então pró galheiro, ou então desligo-o eu mesma... basicamente acontece o mesmo, com a vantagem de não esperar tanto até ficar frustrada por ter perdido o meu texto. E já não é a primeira vez que isto me acontece... eu realmente não aprendo! 

sinto-me: frustrada
música: o ranger dos dentes, lol

by anamar às 02:45

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Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

Não há pontos finais em histórias inacabadas...

 

(imagem tirada da net)

 

Antes mesmo de te procurar, julgava a minha paixão por ti totalmente apagada e diluída em memórias simples e sem força, bem ao jeito de uma borracha de lápis que apaga o carvão, mas o vinco do traço permanece subtil. Assim julguei ter apagado os meus sentimentos.

 

Quis pôr-me á prova ao rever-te, num momento que daria um longo capítulo da minha vida por encerrado. Seria a etapa final de um caminho demorado e inconstante. Com um pequeno fio de mágoa ainda a guiar as minhas palavras e gestos, fui ao teu encontro. Mostrei-te uma pessoa que nunca conheceste. Tentei manter distância emocional, enquanto nos púnhamos a par da vida um do outro nos últimos três anos. Três anos sem nos vermos, sem nos falarmos, depois de um abraço num dia de chuva, um abraço que eu sabia ser uma despedida mesmo sem mo teres dito… eu senti-o. Passámos o passado a limpo. Explicaram-se frases que ficaram a meio. Dissemos o que tinha ficado por dizer desde então.

 

Decidimos tentar ser amigos, começar um novo capítulo. Começámos a sair os dois, tomar café, beber um copo. Convidavas-me para jantar, víamos um filme, ouvíamos música, cantávamos, riamos. A confiança ia crescendo. Os momentos juntos eram cada vez mais frequentes. Partilhámos pensamentos, sentimentos, fizemos confidências. Demo-nos a conhecer de novo. Encantámo-nos de novo…

 

Hoje estou aqui sentada a escrever e a sentir que tudo voou outra vez. Não sei se é certo pôr lado a lado ambas as histórias… Os momentos foram diferentes, os contextos também… a história foi contada de outra maneira. O que é certo é que os personagens foram os mesmos e os desfechos muito semelhantes. Sinto que estou perto de arrumar este livro na estante, mas ainda não tive coragem suficiente de o tirar da mesa-de-cabeceira. Ainda olho para ele muitas vezes. Ainda o abro de vez em quando, enquanto vir reticências no final de cada frase. Porque um dia tive a “feliz” ideia de dizer que "não há pontos finais em histórias inacabadas"… 

 

 

sinto-me: assim
música: Creed - "My Sacrifice"

by anamar às 02:49

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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

O homem certo...

 
(imagem tirada da net)
 
Um grande amigo uma vez disse-me isto num momento de dilema, (não sabia se devia contactar uma pessoa ou se devia esperar... dar tempo... dar espaço): 
_"Não procures quem não te procura... quando e se ele precisar, ele virá ao teu encontro. Dá tempo. As pessoas acabam sempre por ir para onde se sentem melhor."
Pois é amigo, parece que não és o único a pensar assim, a ensinar-me a pensar assim. Descobri este excerto num dos livros da minha vida. Já nem me lembrava do que dizia. Agora já sei porque o defini como tal...
O homem certo não é o que te faz declarações e te dá flores, e te escreve do outro lado do mundo, e que te diz que és perfeita. O homem certo é o que quiser estar mesmo ao teu lado, incondicionalmente. O que gostar de ti sempre, que te acompanhe para o que der e vier. Não é o que olha todos os dias para ti e te diz que és linda e que és o amor da vida dele, mas alguém que olha por ti todos os dias.”
       em "Alma de Pássaro" - Margarida Rebelo Pinto

 

 

sinto-me: sitting waiting wishing...
música: Red Jumpsuit Apparatus - "Your Guardian Angel"

by anamar às 02:45

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