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Domingo, 10 de Agosto de 2008

Como uma bola de sabão...

 

 

O que é que me deu ontem para pôr esta música a tocar? Para a ouvir vezes sem conta, sem parar? Mexeu comigo, demais... Remexeu num passado recente, que eu julgava mais ou menos arrumado, anestesiado, mas que afinal ainda está tão frágil como uma bola de sabão, capaz de rebentar ao mais pequeno toque. Agora chove lá fora, e chove na minha cabeça... e nem por sinais consigo falar-te, porque tu não respondes. Está tudo a acontecer de novo… só que desta vez eu já não tenho dezoito anos...

sinto-me:
música: Staind - Epiphany
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by anamar às 23:43

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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

Viagem no teu pensamento

 

(imagem tirada da net)

 

Não sei onde é que acaba a dor e começa o conformismo nesta linha ténue de sentimentos indefinidos. Sei que provavelmente estarei presente muitas vezes na tua cabeça, no teu coração. Só não sei muito bem quando nem como. Mesmo assim arrisco em criar uma imagem esfumada na minha cabeça, onde te vejo no silêncio do teu quarto, com uma ou duas velas acesas, um perfume intermitente perdido no ar da roupa pousada na cadeira, depois de um dia tão igual aos outros, tão dormente, tão cegamente perturbador.

 

Vejo-te sentado na cama de costas voltadas para a parede fria, de olhos postos na chama trémula, como que à espera que ela te dê as respostas para aquilo que nem tu próprio consegues entender, depois desse ritual infinito de cálculos e suposições, de possíveis desfechos das tuas histórias, por vezes ainda mal começadas. Então, por breves instantes, sou dona da tua cabeça, entro na tua mente, passo por cima de todos esses teus desejos de controlo, que só servem para disfarçar os medos e aguçar curiosidades.

 

Sobrevoo as lembranças, e vou parando aqui e ali, embalada pela dança da chama acesa, na melodia do ar que entra pelos frisos da janela. Num instinto de defesa vejo-te rebuscar no pensamento disperso mil e uma coisas para pensar em vez de mim. Mas eu sou teimosa, sempre fui, tal como as lembranças que ainda pairam nesse quarto à luz das velas, em cada tecido, em cada pedaço de madeira ou de chão, para onde desvias o olhar à espera que eu desapareça, juntamente com tudo o que um dia julgaste possível para nós. Então, e sem te dares por vencido nesse jogo de forças quase imperceptível, entre a realidade e uma dimensão paralela onde ainda existe alguma paz de espírito, cedes um pouco e deixas-me ficar por mais um instante. Deixas-me tirar-te desse teu mundo de contradições e sentimentos perversos que te bloqueiam e te roubam a fé… não no Criador, mas na grande maioria das Suas criaturas.

 

Deixas-te ficar um pouco nesse lugar interior onde em tempos já conseguimos caber os dois, mesmo que só por breves instantes. Se me concentrar, acho que ainda consigo sentir nas minhas mãos o calor e o conforto que senti no dia em que me abriste a porta desse lugar. Se fechares os olhos talvez ainda me sintas por lá, porque nele há uma porta que se mantém aberta, há um chão onde eu ainda me deito, adormeço e sonho, até ganhar de volta a noção do tempo, e então voltar para o meu mundo e começar a escrever…

 

 

sinto-me: introspectiva
música: Mat Kearney - Won't back down

by anamar às 15:34

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Terça-feira, 5 de Agosto de 2008

Beijo-te... beija-me...

    Porque o beijo é o lugar mais próximo do céu...

 

(30 a 21)

(20 a 11)

(10 a 1)

sinto-me:
música: Des'ree - Kissing You
tags:

by anamar às 02:38

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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Paixões sem asas II

 

(imagem tirada da net)

 

Nem sempre as grandes paixões são vividas a dois. Muitas delas nem chegam a sair desse casulo guardado no peito. Ainda não descobri o que é melhor ou pior, certo ou errado, no meio das infinitas razões que levam uma pessoa a optar por viver uma grande paixão, ou deixá-la passar-lhe ao lado. Talvez dependa de cada um de nós saber qual a escolha mais acertada, à medida de cada um. Talvez haja quem pense que o próprio destino, se é que ele existe, se encarrega de escolher por nós. Prefiro acreditar que cada um é livre de escolher por si. O caminho do livre arbítrio não é certamente o mais fácil, mas haver algo que determine a minha vida em vez de mim, não é, de todo, algo que eu aceite.

 

Muitas paixões são sufocadas mal se deixam sentir, aos primeiros sinais. Outras sufocam-nos a nós. Quantos de nós não sentimos já algo que nunca revelámos, mas que nem por isso deixou de nos fazer sofrer, em silêncio? Quantos de nós não nos vimos já enredados numa teia de sentimentos, ora subtis e controláveis, ora como algo explosivo e provocador prestes a soltar-se pela boca? Mas calámos… secámos e guardámos como uma flor no meio das páginas de um livro. Ou porque o momento não era o certo, ou porque a pessoa não era a certa no momento. Ou por medo de arriscar, porque as pessoas muitas vezes não são transparentes, ou porque os outros não entendem. Ou mesmo por sabermos que a dor da ausência dessa pessoa é bem mais suportável que a dor da sua presença. Ou simplesmente porque é possível coexistirem demasiados sentimentos num mesmo coração, e não será muito ajuizado pôr em causa sentimentos fortes e laços duradouros, por meia dúzia de borboletas na barriga e risadas efémeras.

 

Também pode acontecer que uma paixão simplesmente não tenha força para se tornar em algo sólido. Seja por que motivo for, há paixões que simplesmente não acontecem... e quando uma paixão não tem asas, pelo menos a flor pode permanecer.

 

 

sinto-me: na lembrança
música: Hinder - Lips of an Angel

by anamar às 19:43

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