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Terça-feira, 11 de Agosto de 2009

Ganhei um prémio??? :)

 

Pois é, parece que alguém teve a amabilidade de me oferecer um prémio (é onde diz Ana).

Não sei muito bem o que é que isso quer dizer, se anda para aí gente que não é muito exigente no que lê ou se simplesmente eu até escrevo umas coisitas engraçadas.

De qualquer forma só tenho a agradecer. Por isso, e porque têm passado neste cantinho nos últimos tempos pessoas muito queridas que, apesar de não me conhecerem de parte alguma, me têm passado muita luz nos comentários que fazem. A todos um grande beijinho e continuem a iluminar as vidas de quem se cruza convosco, pois eu cá… tentarei fazer o mesmo.

 


by anamar às 14:53

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Sábado, 8 de Agosto de 2009

Buscando luz...

 

 

(imagem tirada da net)

 

Sinto uma confusão de ideias tremenda dentro de mim. Um sentimento de perda. Não direi exactamente antecipado, porque já não te sinto comigo há uns tempos, falta apenas o golpe final, a tesourada na corda. Ao mesmo tempo tudo me impulsiona a não baixar os braços, a dar o melhor de mim, a tentar fazer de cada momento, contigo ou sem ti, um momento de alegria, um momento de luz.

 

Tento arranjar forças para conseguir iluminar os meus momentos, aqueles em que estou sozinha, em que estou com outras almas além de ti. Tento iluminar-me junto delas pois tudo na vida são puras trocas de energia, e quanto mais se dá mais se recebe. Tento recordar-me desta verdade por tempos esquecida dentro de mim.

 

Esqueci. E como tudo o que se esquece, custa a enraizar de novo. É preciso esforço para que as nossas verdades esquecidas nos entrem de novo na pele até às veias e comecem a circular de novo dentro de nós. É preciso persistência para se ser o que se quer ser, para nos melhorarmos a cada dia que passa.

 

Estagnei, por uns tempos parei e não evoluí mais. Pode nem ser esta a verdade mas é o que sinto. Agora que dei conta, é tempo de voltar ao caminho certo, ao caminho que me leva para mais perto de mim, para mais perto da minha luz.

 

Ontem á noite chorava. Chorava de uma tristeza automática, de uma tristeza vulgarmente triste. Chorava por coisas que tive e já não tenho. Chorava porque me deixei levar por um coração escurecido, adormecido na dor da perda. Chorava por esses motivos que toda a gente chora quando ama da maneira errada, quando ama para ter e não para dar… chorava. Hoje acordei num dia novo, com resquícios de um adormecer atribulado, mas com uma vontade de me redireccionar, de tomar outra postura perante aquilo que me atormenta, o medo de te perder. O medo de te deixar ir e que não voltes mais.

 

Deixei-te entrar na minha vida de uma forma que não permiti a mais ninguém. Só a hipótese de ter de te deixar ir me assombra. Mas é uma hipótese. Tento perceber se a mais fácil ou a mais complexa, a mais correcta ou o erro mais crasso. Aposto que nem tu ainda saber a resposta… 

 

 


by anamar às 19:12

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Sexta-feira, 7 de Agosto de 2009

Seis mil

6000!!!

 

Pois é… Seis mil passagens neste blog já cá cantam! Weeee… venham mais. Continuem a passar e a comentar. Serão sempre bem-vindos. 

sinto-me: contente
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by anamar às 20:29

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Sábado, 1 de Agosto de 2009

Quero amar-te assim...

 

(imagem tirada da net)

 

Procuro no que os outros escreveram as palavras capazes de descrever o que sinto, pois as minhas próprias palavras se esgotaram. Parece que estou a ficar seca, com pensamentos cheios de dor que me paralisam, ou simplesmente de pensamentos vazios de sentido lógico. Nada do que eu possa dizer transmitirá o que gostaria, o verdadeiro sentido das coisas. No entanto, encontrei algo que me diz o que há muito procurava dentro de mim e não encontrava… aqui.

 


 

Fico simplesmente a olhar a chuva cair sem conseguir dizer o que for. A chuva cai, sobre mim enquanto eu giro sob ela á espera que o céu me devolva algo que eu nunca tive. À espera de que a ilusão que vivi passe a ser a verdadeira realidade. Mas o céu só me manda a chuva, pequenas gotas que deslizam pelo meu rosto, que me caem nas mãos. O único brilho que vejo é o brilho de um chão molhado, escorregadio. Tenho medo de escorregar, de fazer o que o medo me leva a fazer em vez do que penso e sinto… mas eu não sei o que sinto. Não sei se te amo de verdade ou se apenas tenho medo de voltar a estar só. Creio que um pouco de ambos. Creio que o meu coração te ama, porque apesar de tudo o que o medo me leva a sentir, o não querer estar só, o falso sentimento de estabilidade e segurança que sinto por te ter comigo, sei que vou ser capaz de te deixar abrir as asas para poderes ser livre, de amarras, de sentimentos estagnados. Sentimentos que fazem mal. Sentimentos que nunca julguei ter dentro de mim, que me prendem e te prendem, mas que surgiram, e agora tenho de lidar com eles. Preciso domá-los, preciso entendê-los e arrumá-los, e não sei se serei capaz se não te libertar, se não te deixar ser quem tu és. Estou consciente que esse será o primeiro passo para a minha “cura”, para a minha aprendizagem. Sinto que a nossa história foi como um estágio, para uma nova etapa da vida de ambos, para testar a nossa resistência e existência, no fundo para sabermos bem quem somos. Contigo aprendi um pouco mais sobre mim, porque, pela diferença consegui ver, ainda que não muito bem o que sou, mas o que não sou.

 


by anamar às 14:23

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