.pedaços recentes

. Alucinação - Parte II

. Alucinação - Parte I

. Um par de sapatos - Parte...

. Um par de sapatos - Parte...

. Um elo invisível

. Efeito borboleta

. Às vezes o escuro basta

. Campanha de Incentivo à L...

. Simple things...

. Ir com calma...

. Cliché

. Anzol

. Closure

. As if it was always the f...

. A espera

.tags

. todas as tags

.arquivos

. Abril 2014

. Março 2014

. Outubro 2013

. Julho 2013

. Maio 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Junho 2012

. Abril 2012

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Abril 2010

. Fevereiro 2010

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

Eras tu... e eu...

 

(imagem tirada da net)

 

Eras tu sentado na cadeira do quarto, cabeça baixa e um olhar gelado posto nas mãos. Essas, cerradas, de ossos bem salientes num duelo interior entre a raiva e o conformismo. Apesar de tudo, ainda guardas uma esperança secreta num futuro mais leve, mais doce, que um dia sonhaste mas que não há meio de chegar. Um futuro no qual já nem depositas grande esperança, mas que ainda é o mais afortunado dos que consideras possíveis.

 

Era eu deitada na cama, no final da tarde, enroscada em mim mesma, conformada em ter de recriar um presente diferente do que imaginei, depois de ter percebido que o que imaginei é cada vez mais distante.

 

Éramos ambos a desejar o mesmo em segredo, sem coragem de o dizer, nem no papel mais maltratado, prestes a ser jogado fora, preferindo o silêncio, para não arriscar cair em tentações. Era cada um de nós a pensar no esquecimento do outro e a ficar cada vez mais dormente por dentro. Éramos os dois a deixar o tempo decidir por nós lavando as mãos de culpas, apertando os dedos em arrependimentos ocultos… ainda...

 

Éramos dois tolos a julgar ter feito a melhor escolha. Éramos… e ainda somos…

 

 

sinto-me:
música: Damien Rice - "Cold Water"

by anamar às 20:17

link do post | comentar | favorito

1 comentário:
De I see... a 8 de Outubro de 2008 às 01:04
"Éramos ambos a desejar o mesmo em segredo, sem coragem de o dizer..." Gostei:) Beijinho Grande


Comentar post

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Abril 2014

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30


.favorito

. A energia de um sorriso.....

. Línguas de fogo

. James Carrington - "Ache"

. Numa caixa de papelão

. Viagem no teu pensamento

.outros pedaços

blogs SAPO

.subscrever feeds