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Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Sinto o que escrevo... escrevo o que sinto.


(imagem tirada da net)

 

Quando olho para tudo o que escrevi até hoje, reparo numa característica predominante. Quase todos os textos tocam assuntos extremamente pessoais, assuntos que directa ou indirectamente me são muito próximos. No entanto, gostava de começar a tentar contrariar de vez em quando essa tendência. Mas pergunto-me… a mim, ainda tão inexperiente neste mundo da escrita, como escrever sobre algo que não sinto, que não vivi?

 

 Podia voltar a tentar criar histórias, com personagens, enredos, mas a imaginação ainda não está suficientemente liberta para recomeçar nesses trilhos. Além disso, mesmo nas histórias, reflicto demais a minha imagem.

 

Podia também procurar duplicar-me, criar um segundo eu, e questionar-me a mim mesma, argumentar contra e a favor de mim. Talvez aprendesse alguma coisa com isso. Talvez chegasse a algumas conclusões. No entanto, voltamos ao mesmo.

 

No fundo podia tanta coisa, mas começo a achar muito complicado distanciar o que sinto do que escrevo. Talvez não seja mesmo suposto fazê-lo.

 

Já se faz tarde. Tenho de ir dormir… dormir sobre o assunto, amadurecer ideias…

 

 

 

sinto-me:
música: Lúcia Moniz Feat Nuno Bettencourt (Extreme) - Try Again

by anamar às 01:47

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