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Terça-feira, 9 de Outubro de 2012

Ausência vs Presença


(Fonte: https://1.bp.blogspot.com/_Q4PzGJuOreo/TQGel2uXLRI/AAAAAAAAAMY/XH1LVwvsdIU/s1600/tumblr_l7gzpr2JRA1qcqhglo1_500_large.jpg)

 

Questão do dia: em que medida te entregas às pessoas?

 

Em que medida cada um de nós se entrega aos amigos, à família, aos colegas de trabalho, àqueles com quem simplesmente nos cruzamos ao longo do dia? Possivelmente encontrarão diferenças entre cada um destes grupos de pessoas, até mesmo dentro de cada um deles, tal como eu.

 

Mas a ideia que eu quero focar é a de que é difícil encontrar a medida certa de cada pessoa e para cada pessoa.

 

A grande maioria das pessoas que eu fui (e vou) conhecendo ao longo do tempo, tende a avaliar a intensidade da sua entrega e dedicação aos outros de uma forma egoísta, ou provavelmente nunca pensou no assunto. Nem sequer consideram que numa relação, potencialmente duradora ou apenas circunstancial, existem pelo menos dois lados e por isso ter em conta o outro lado não é uma postura descabida.

 

Esse egoísmo de que falo pode manifestar-se, a meu ver, de duas maneiras: por defeito e por excesso.

 

Se a nossa ausência é superior à nossa presença, corremos o risco de sermos esquecidos. E não estou a falar em contar os dias ou as horas. Isso quase que se torna superável quando o tempo despendido com aqueles de quem gostamos é de grande qualidade. Podia citar duas ou três frases que dizem exatamente isso, mas que muitas vezes são mal interpretadas: “olhos que não veem, coração que não sente”, ou “só faz falta quem está”, ou mesmo, e esta é a minha favorita, “quem muito se ausenta, uma hora deixa de fazer falta”.

 

Por outro lado, quando nos impomos demasiado aos outros, corremos o risco de se fartarem de nós. Não é inédito uma amizade terminar por alguma das partes se intrometer demasiado na vida da outra, intensionalmente ou não, ou simplesmente por se esquecer de si própria e tornar a vida da outra como sendo sua, absorvendo alegrias e preocupações. Nestas circunstâncias acontece que as pessoas se confundem, confundem as suas individualidades e há-de chegar o dia em que uma terá de dizer “basta”.

 

É por isso que eu penso que nos devemos entregar aos outros com conta, peso e medida. Gerir uma relação não é a coisa mais fácil do mundo, mas sendo algo inevitável, devemos fazê-lo da melhor forma que sabemos, ninguém nos obriga a fazê-lo melhor do que isso.


by anamar às 20:11

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