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Sábado, 26 de Abril de 2008

Silêncio...

(imagem tirada da net)

 

Por vezes não é preciso procurar as respostas, elas encarregar-se-ão de vir ao nosso encontro.

 

 

Dei por mim a ler um blog chamado "Confissões de uma mulher de 30". Uma a uma, começo a ver as últimas entradas. Então paro num texto intitulado "Se eu calar a voz...". Sem querer descubro nas palavras de uma desconhecida a resposta à minha fragilidade do momento.

 

 

Tenho falado contigo sem que me ouças, tenho-te escrito como se me lesses, tenho-te contado o que vai dentro do meu peito. No entanto, as palavras que escrevi, não chegarão aos teus olhos, pelo menos por enquanto. Dou por mim a pensar que, dizer-te tudo o que me passa pela cabeça, será demasiado imprudente. Não quero dizer coisas por dizer. Não quero dizer coisas em momentos errados. Não quero sobrecarregar-te com as minhas inseguranças. Mas elas estão cá e tenho de aprender a contorná-las. Só temo que, no tempo que demorar a vencê-las, tu te desiludas comigo.

 

 

Sei que, cedo ou tarde, as minhas respostas acabam sempre por surgir. Não tenho a certeza se esta encaixa na perfeição no momento, mas o que sinto cá dentro diz-me que está muito perto da realidade.

 

 

Eis que surge uma mulher, que escreveu também para alguém importante. Alguém com quem partilha intimidade,  sentimentos. Descreve momentos em que as palavras não predominam, em que o silêncio impera. Assim como tu, precisa de momentos de silêncio. Não que esteja triste, apenas não tem nada a dizer. Ou tem, mas não quer ou não precisa de o fazer. Precisa apenas de se deixar ser, permanecer. São momentos em que o pensamento voa longe, até onde a realidade é recriada à sua medida, sem deixar de o ser no entanto. Então diz-lhe que, quando assim for, não tema, não questione, que fique apenas com ela, de mãos entrelaçadas, porque há horas em que essas mãos são muito... outras ainda em que são tudo. Ou então que a abrace, para que a esperança de que ainda há histórias que acabam bem se renove. Acho esta mulher parecida contigo, não só nos silêncios, mas no que está para além deles.

 

 

Quero aprender a ficar perto, a partilhar o silêncio, esse mistério com o qual ainda não sei lidar. Talvez por estar demasiado habituada às palavras, porque as amo. Tu sabes o quanto gosto de falar… de escrever. Ensina-me a ver para lá dos teus silêncios, a amá-los como palavras sem escrita, palavras sem lábios…

sinto-me: Com esperança...
música: A tua...

by anamar às 00:41

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