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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Evolução


(imagem tirada da net)

 

As coisas nunca são como desejamos. Passamos a vida a desejar coisas. As nossas escolhas são tomadas em função do que achamos ser o melhor dos caminhos. De repente, damos conta que tudo o que fizemos na vida até agora, nos conduziu a um aparente beco sem saída. As escolhas que fizemos parecem não ter sido as mais correctas… parecem…

 

Tudo o que o Universo nos dá tem um propósito. Tudo o que o Universo nos dá é, ao fim ao cabo, o que nós atraímos. Se atraímos é porque precisamos de vivenciar, e isso só acontece se aceitarmos. Mas quando não aceitamos, ou porque não é agradável ou não é fácil, e nos bloqueamos, criamos defesas, fugimos à nossa essência, estamos a negar-nos a vivenciar, estamos a negar-nos a evoluir. E quanto mais nos recusarmos a aceitar, mais vezes vamos atrair o mesmo tipo de situações, e gera-se um padrão. Para evoluir é preciso aceitar. Para evoluir é preciso encarar, sentir, deixar que doa se for o caso, chorar se for preciso. Só assim a dor se dissolve, a situação se desfaz, e a solução aparece porque a evolução aconteceu.

 

 

sinto-me:
música: Creed - With Arms Wide Open

by anamar às 20:01

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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Tento encontrar-me...

(imagem tirada da net)

 

 

Por vezes também me sinto como tu, acabo perdida na tentativa de me definir a mim própria. Os desafios vão surgindo, e na tentativa de os superar o melhor possível, procuro em mim a MINHA resposta… mas no meio de tantas possibilidades não me encontro, é tudo aproximado mas tão pouco certo ou seguro. Perco-me dentro de mim, quase no desespero de não saber quem sou por vezes, porque sei ser tanta coisa… Tento olhar para mim como se fosse duas, eu… e a que olha de fora, com uma visão o mais imparcial possível. Analiso-me, valorizo-me, critico-me, o que for preciso para poder chegar mais perto de mim. Mas no final de tantas voltas chego à conclusão de que, por vezes, isso já não resulta. Ou as situações vão sendo mais complexas ou eu adquiri a capacidade de as complicar. É o resultado de se pensar demais, a mente adquire elasticidade e acabo embrulhada na minha própria teia de pensamentos.

 

Nesta altura tento simplificar, fecho os olhos, respiro de vagar, sinto o maior dom que tenho, a vida. Isolo os meus sentimentos como átomos de moléculas complexas. Então chego bem perto dessa partícula elementar a que chamo de Amor e fico assim… a sentir, todo o amor que me circula em vasos paralelos às veias. É nesse longo instante que consigo decifrar a MINHA resposta… deixar ser o que tiver de ser. As decisões nem sempre têm de ser tomadas quando queremos ou quando pensamos que precisamos delas. As coisas simplesmente vão surgindo e as respostas com elas, no seu devido tempo. Não preciso de “correr” atrás de mim, porque quando é preciso, basta-me parar, deixar acontecer. Começo a emergir como uma chama que vai ganhando força, lentamente, sem forçar. A simplicidade está em deixar as coisas tomarem o rumo que têm de tomar… e tudo acontece na sua devida ordem.

sinto-me: Serena
música: O silêncio...

by anamar às 14:15

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Domingo, 16 de Março de 2008

Corda bamba!

(imagem tirada da net)
  
 

Que vida esta que nos leva e traz dilemas constantemente???

 

Eu pergunto, mas eu sei a resposta... é uma vida que nos coloca desafios, que nos coloca situações que sabe que estaremos aptos a superar. No entanto, nós não o sabemos... receamos, tememos, hesitamos. Nunca me dei muito tempo para meditar na conhecida metáfora da "corda bamba". Mas agora encontro-me numa situação perfeitamente ilustrada por ela.

Estar entre dois pólos, com o risco de me desequilibrar. Não saber o que é melhor, se andar para um lado ou para o outro. Saber que há também o risco de cair entretanto, sem nunca ter conseguido atingir nenhum dos dois... e estatelar-me no chão. Sei bem que por vezes é melhor parar um pouco no centro, tentar manter o equilíbrio. Sei também que não se pode ficar no centro por muito tempo. As forças vão-se perdendo, uma decisão terá de ser tomada. Mas ainda não sei qual...

Como um íman , sou permanentemente atraída para um dos pólos desta corda. Pena ser o pólo que está nas minhas costas. Caminhar para trás é sempre mais arriscado. Não se vê bem onde se pisa. Para a frente o caminho é mais seguro. O esforço terá de ser grande, o caminhar lento e percorrido com calma. Mesmo assim não há certezas de conseguir chegar ao outro lado sem quedas.

Estou no meio desta corda sem saber como sair dela. E no meio disto tudo sei apenas uma coisa... Pai... A minha rede és Tu!


by anamar às 16:12

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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

Quero guadar essa luz...

   
(imagem tirada da net)
 

Continuo a acreditar que é possível mudar de rumo quando as coisas não correm tão bem. É preciso força, coragem, determinação, mas acima de tudo parar, sentir, e ser-se verdadeiro connosco e com os outros.

De há uns tempos para cá achava que não tinha muitas razões para sorrir. O cansaço instalou-se, derrubou-me, mas não por muito tempo. Com calma vou descobrindo novas fontes de tranquilidade. Ler um livro que engrandeça a alma, que ajude a plantar uma nova esperança. Dormir um sono tranquilo, regenerador, precioso. Dar ao corpo e à mente as forças necessárias para poder acompanhar uma alma tão inquieta como a minha. Porque o que eu sou não se vai perder. Este ser cuja criatividade não permito que esgote, cujo sentimento estará sempre em primeiro lugar, porque é sentindo que se conhece o mundo, que se aprende, que se cresce.

Cada dia é uma agradável surpresa. Pode não ser uma alegria imediata, há apenas que entender o que é importante retirar dele. Cada dia é um passo, maior ou menor, para a construção de nós mesmos, uma semente que havemos de colher depois. Dependendo das nossas escolhas, o que colheremos serão rosas com espinhos ou espinhos com rosas. E eu sei que no meio dos meus espinhos serei sempre capaz de colher rosas perfumadas.

Alguém me dizia ontem que há momentos em que me ilumino. Quero aprender a guardar essa luz em mim e fazer que perdure. Sei que ela existe sempre, mas por vezes fazem-me esquecer dela. Quero aprender a poupar essa energia e a distribuí-la por todos os momentos. Tornar cada momento uma chama acesa. Conseguir ver para lá da superfície e tornar especial cada segundo pondo um pouco de mim em cada um.

 

 

sinto-me: Bem!
música: Maybe Tomorrow_Stereophonics

by anamar às 11:10

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