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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Gotas de luz

 

(imagem tirada da net)

 

Está frio… está um frio gélido nesta cama, onde só eu me encontro na imensidão dos lençóis. Sabe tão melhor ter-te comigo no meio deles… Está um frio que vem de dentro. A respiração faz uma nuvem de vapor que perco de vista com o baixar das luzes. Sabe tão bem quando és comigo o calor que só por si aquece todo o quarto… não bastam os castelos que vamos construindo à nossa volta para permanecermos felizes. Não bastam as palavras doces que vamos dizendo um ao outro ao longo do dia para que nenhum esqueça do que o outro sente. É preciso caminhar junto e próximo, reunir essas gotas de luz que existem dentro de cada um de nós e iluminar o caminho.

 

 

sinto-me: iluminada
tags: , ,

by anamar às 18:08

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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

Para a meta... aos zigue-zagues!

 

(imagem tirada da net)

 

Aos nossos atletas nos jogos Olímpicos (agora não se fala noutra coisa), foi-lhes dado um objectivo a cumprir e foi-lhes pedido que fizessem o melhor possível para o atingir, o pódio, a medalha… (afinal é para isso que recebem os apoios, é o mínimo). Agora olhamos para eles pelos ecrãs das televisões e ouvimo-los dar desculpas esfarrapadas para aquilo que nem perto chegaram de alcançar (pelo menos alguns deles). Na nossa vida também estabelecemos metas, e muitas vezes bem díspares da nossa vulgar linha de comportamento. Muitas vezes reflectimos e decidimos mudar.

 

Para algumas pessoas que conheço o normal, depois de um objectivo traçado, é tentar convergir cada pensamento, cada acção, numa linha coerente de raciocínio, fazer as escolhas do dia-a-dia de acordo com a meta definida, até nas coisas mais simples. Não preciso mencionar o nome de ninguém para saber que as pessoas de quem me estou a lembrar neste preciso momento, são pessoas de carácter, determinadas. Não são de baixar os braços, sabem bem quem são e o que querem, e onde querem chegar. Eu admiro-os muito por isso. Há momentos que, sinceramente, gostava de ser mais assim. Mas a minha essência é um pouquinho diferente.

 

A verdade de que sou feita é muitas vezes contraditória, um quase constante jogo de forças. Mas como tudo o que é contrário se complementa, também sei que só sendo assim, uma mistura de opostos, me sinto completa. Até nisto existe contradição, porque os opostos que me confundem num momento, são também os que me fazem sentir eu mesma.

 

Não dou desculpas esfarrapadas quando sinto que preciso de algo na minha vida e as minhas acções não acontecem todas em consonância com isso, como seria de prever, mas não é por hoje ter feito algo diferente que torna isso errado, que deixo de pensar ou sentir como antes. Pelo contrário, eu preciso de ambas as coisas em cada momento porque ambas fazem parte de mim, e por isso serão sempre escolhas certas (mesmo correndo o risco de não serem escolhas felizes).

 

Não digo que um dia não mudarei a minha visão, as minhas opiniões, as minhas necessidades, que consiga passar a definir uma meta e fazer convergir as minhas acções e ideias para ela, mas por agora os meus passos desenham apenas uma nuvem de pegadas, um tanto confusas é certo, mas apesar disso, com tendência a apontar numa única direcção, a minha meta. 

 

 

sinto-me: sou mesmo uma "gémeos"
música: Moloko - "The Time Is Now"

by anamar às 17:15

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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

A minha verdade

 

 

(imagem tirada da net)

 

A nossa verdade só começa quando cessamos o domínio da verdade dos outros sobre nós. Não é mau por vezes assumirmos a verdade de alguém como sendo também a nossa. É no entanto perigoso quando, na ausência constante de verdade própria, cometemos o deslize de usurpar a verdade alheia e tomá-la como nossa.

 

Tenho vindo a percorrer um longo caminho de auto-descoberta, onde começo a reconhecer a minha verdade. Onde começo a encaixar-me no mundo, não por ir por onde os outros vão, mas porque sei e escolho por mim por onde quero, posso e preciso caminhar.

 

Sei que nem todos verão esta transformação como algo agradável para si. Muito provavelmente já começaram a sentir a mudança. Sentirão que muito do que nos ligava se sustentava no “ir por onde vais”, e não serão capazes de fazer valer o restante, apesar de não ser tanto. Não saberão alimentar esse pouco a fim de o tornar muito mais. Não saberão ajustar-se a uma nova verdade com tanto direito de existir como a sua. Não saberão entender que uma outra verdade não é necessariamente uma ameaça. Não saberão ver a riqueza que se cria quando duas verdades se combinam. Então combatem-na. Como não conseguem lidar com ela, muito menos anulá-la, distanciam-se.

 

Existem duas formas de anular uma verdade. A primeira é pela ignorância. A outra é pelo conflito, pelo duelo de verdades, tentar que uma prevaleça sobre a outra. Mas como isso já não é mais possível, a única forma de as duas verdades subsistirem é pela distância, como dois ímanes, que não estando correctamente posicionados, em vez de se atrair, se repelem.

 

 

sinto-me: cada vez mais eu
música: Heartbeats - Jose Gonzalez (Accoustic Version)

by anamar às 16:16

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Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

Dois sonhos, dois destinos possíveis... ou não...

(imagem tirada da net)

 

Voltaste a sair por essa porta sem data definida para voltar…

 

Tenho sonhos intercalados… que vou sonhando nas noites que passo com metade da cama deserta…

 

Numas noites sonho que um dia voltas… chegas passadas muitas semanas. Semanas que sinto como anos, que me envelhecem a cara e o corpo por não te sentir perto, alimentando a minha pele… Chegas de soslaio, em passos surdos. Dois ou três dias antes da tua volta, fui recebendo várias cartas, uma por cada dia. Nelas tu ias descrevendo o caminho que foste obrigado a percorrer desde o dia que nos olhámos pela última vez. Por onde andaste, aquilo que te levou a partir, os teus medos, as tuas escolhas, as tuas vitórias… e o que fez com que voltasses. Tudo tu registaste. A última porém, sem endereço de partida, aliás, como todas as outras, trazia um sabor diferente. Nela estava tudo o que eu gostaria de ouvir da tua boca. Dizias estar disposto a lutar… por mim. A aceitar que me queres por perto, independentemente de para onde o vento decidisse soprar a nossa vela. Estavas disposto a ser corajoso. E é isso que me dizes no sonho, olhando-me, depois de tanto tempo longe, depois dessa tua volta com tanto de suave como de inesperada.

 

Noutras noites sonho que se passam semanas, meses… até que percebo que tu não voltas. Tu, que nunca lutaste por mim. Também nunca te fui propriamente difícil. Sempre gostei mais de ti do que (talvez) devia. Sempre gostei mais do que se calhar tu precisaste, e por isso nunca fui peça que fizesse muita falta no teu puzzle. Sem saber ao certo se por medo de uma espera interminável, se de um dia me reencontrar contigo, como já aconteceu em tempos, e não te encontrar sozinho, viro a página… encerro o capítulo! Começo outro… Para que, mesmo que um dia te veja por aí, pelo menos estou certa que não coloquei nos teus ombros qualquer peso de responsabilidade pela melancolia da minha espera. És livre. Não te julgo, pois os caminhos que escolhes são só teus. Nunca fiz parte de ti o suficiente para poder tomar parte nas tuas escolhas, para me sentir incluída na tua vida a esse nível. Não digo isto porque me sinta magoada, digo apenas como alguém que faz por discernir o lógico, de coração aberto e uma energia pronta a renovar-se.

 

O que vale, é que sonhos… são apenas sonhos…

 

 

sinto-me: com sono, lol!!!
música: This Years Love_David Gray

by anamar às 14:40

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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Um pouco de céu...

 

(imagem tirada da net)

 

Quero deixar a marca do que és para mim, do que quero guardar sempre de ti. Quero deixar escrito porque as palavras eternizam o que a memória pode esquecer. O tempo e as circunstâncias podem não estar a nosso favor, agora. Mas eu já te escolhi para morar no meu peito. Como uma galáxia que por algum motivo atrai a outra, e traça de antemão o desenho a que alguns chamam destino, fomos atraídos um para o outro ainda antes de o sabermos. Então chocámos. Chocámos porque assim já estava escrito, traçado. Sinto-o.

 

Sei que as minhas palavras não serão retrato fiel do que guardarei em mim. Sei apenas que é grande, que é luminoso, generoso. Sei apenas que és tu. Sei que está selado, lacrado, cimentado em mim. São emoções que desenham uma alma maior, que resgatam em mim aquilo que trago da eternidade, aquilo que trago da origem de mim mesma. O meu Eu mais nobre, mais puro.

 

Não vai ser o tempo nem o espaço que vão mudar o que já esta marcado, tatuado. Não vai ser o mundo a escrever aquilo que só nós podemos. E se não pode ser agora, se não tem de ser agora, saberei esperar. E mesmo se não tiver mais de ser, saberei aceitar. Mas se o que está traçado é que a tua vida e a minha se cruzem, por motivos que só o Universo saberá, no tempo e no espaço que for preciso, estou certa que o meu Eu saberá reconhecer.

 

Tudo o que temos pode parecer pouco, pequenos pedaços de céu que fomos fazendo. Doces momentos. Suaves, intensos, profundos. Mas quando somados são tanto, são tudo… São tudo porque quando aconteceram tudo o resto ficou pequeno, parecido com nada.

 

Seremos sempre como um arco-íris. Percorremos todas as cores. Juntamos umas, criamos outras… mas é no céu que alcançamos a plenitude e a força, no céu que se cria quando tudo parece estar distante, e no aqui e agora restamos apenas nós…

 

P.S.: Não há pontos finais em histórias inacabadas…

 

My Sunshine And My Rain - David Fonseca

sinto-me:
música: David Fonseca - My Sunshine and My Rain

by anamar às 21:10

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