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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2012

A arte de ser feliz

 

 (fonte: https://fbcdn-sphotos-e-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/32372_356293941131675_572074686_n.jpg)

 

“Muita gente não sabe ser feliz, e quer que você também não seja!”

 

Esta frase fez-me pensar. Principalmente a primeira metade. Desencadeou na minha mente uma pequena projeção de imagens e ideias numa pequena fração de segundos.

 

Realmente a felicidade só pode ser uma arte. Há tanta gente capaz de ser (muito) feliz com tão pouco. Porque é que continua a haver gente com muito e não consegue sê-lo?! Só pode mesmo ser falta de jeito, falta de arte. Infelizmente é um mal de que muita gente sofre.

Como qualquer outra arte, ou se nasce com o dom, ou se aprende. Obviamente, se não nascemos com o dom, aprender pode não bastar para sermos os melhores. Mas também quem quererá ser o melhor? Não confundamos no entanto o ser-se o melhor em ‘saber ser feliz’ com o melhor em ‘ser feliz’.

 

Quem quererá ser ‘o’ mais feliz de todos?! Ambicionar ser o ‘génio’ é querer o impossível.

 

Eu imagino que, para se ser verdadeiramente feliz, essa felicidade tem de ser partilhada, e logo aí cairíamos no paradoxo de não poder ser ‘o’ mais feliz. Além de que um sentimento só existe porque existe o seu oposto, e no momento em que eu hipoteticamente fosse ‘a’ mais feliz e me apercebesse disso, logo deixaria de o ser, bastava-me olhar para o lado.

 

Como tal, penso que, como seres humanos, nos basta sermos um pouco felizes, ou alguma coisa, ou de vez em quando, desde que saibamos sê-lo. 


by anamar às 19:31

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Domingo, 13 de Julho de 2008

Paixões sem asas...

 

(imagem tirada da net)

 

    Bem… que posso eu dizer… A verdade é que a minha forma de pensar neste momento me diz tudo aquilo que se pode ler no anterior post. Por outro lado, e de uma forma bem contraditória, o meu sentir sempre foi sedento de emoções fortes, paixões que começam em rasgos de espontaneidade e me levam de arrasto. Paixões que depois vivo e sinto com tanta intensidade… e onde coloco sempre o que de melhor há em mim. Facto é, que nunca consegui construir um casulo suficientemente forte que transforme as paixões em bonitas borboletas. Por vezes ainda penso se terei alguma culpa nisso… mas não se constroem casulos sozinha. Não se constroem casulos quando existe distância, ausência ou silêncio demais. Não se constroem casulos quando não há o que construir. Comigo sempre foi assim.

 

    Muitas vezes gostei demais, mas também chorei demais. Não me importo de chorar, por coisas que valham a pena. E também não me arrependo de uma única escolha que tenha feito, porque tudo valeu bem a pena. Mas as cicatrizes de paixões relâmpago já são tantas, que se puder reduzir as próximas ao indispensável, se calhar não me importo. Não sei… não sei bem o que pensar, o que sentir. Só sei que se tiver que surgir, ao menos que surja algo diferente. Algo que me preencha, que não me faça sentir secundária… mais ainda, que não me faça ter tantas dúvidas… que me faça feliz.

 

Pecado é Lhe Deixar Molho - Tribalistas

 

sinto-me: a tentar ser feliz
música: Tribalistas - Pecado é lhe deixar de molho

by anamar às 03:20

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Sábado, 12 de Julho de 2008

Felicidade "qb"

 

(imagem tirada da net)



Por melhor que saiba viver momentos de grande intensidade, sem ter de pensar no amanhã, se as relações vão ou não durar, por mais que tentemos viver desligados com a desculpa esfarrapada de sermos livres, chega um momento da nossa vida em que é preciso parar. Tudo bem que é lindo viver romances de filme, ter memórias magníficas e histórias para contar aos netos (depois dos dezoito, claro), mas não será assim tão prazeroso contar sobre as noites passadas em claro a chorar numa solidão intermitente. Chega um momento que pensar em estabilidade começa a fazer muito mais sentido. Chega de incertezas virais que se propagam e nos corroem por dentro, chega de tentar viver como se realmente conseguíssemos ser superiores a elas.


A sede agora é outra, é de muito mais do que de alguns momentos de êxtase. Não preciso mais de uma vida feita de grandes picos de emoções, tanto de júbilo como de angústia. Agora preciso de paz. De uma paz interior que não se descobre, constrói-se. Uma felicidade que não se procura, cria-se. Quero estabilidade emocional. Quero construir uma vida plena. Uma vida com altos e baixos como qualquer pessoa, mas num equilíbrio minimamente saudável. Quem ama demais também sofre demais e, mais cedo do que julga, sentir-se-á um(a) velho(a) de oitenta anos com uma aparência de trinta.


Não é triste viver-se numa felicidade mediana. Não há que ter pena de quem vive assim. Quem vive uma vida inteira de uma felicidade amena, vive muitos mais anos feliz do que quem ama demais e quebra no meio do caminho. Amar cura, mas como qualquer remédio tem de ser na medida certa. A felicidade vem quando o remédio faz efeito, quando injectamos leves doses de amor, verdadeiro amor, que nem sentimos falta de mais. Uma felicidade amena que preenche, não tão intensa, mas nunca menor. Um estado de alma que se sustenta e sabe tão bem

 

 

sinto-me: em mudança
música: U2 - I steel have'nt found what i'm looking for

by anamar às 19:10

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Numa caixa de papelão

 

(imagem tirada da net)

 

 

Porque não encaixar na vida momentos de conto de fadas? Porque não olhar as coisas simples com olhos de criança? Pôr um pouco de ingenuidade e pureza de sentimentos em pelo menos um gesto por dia não será um mau começo, e de todo um mau desafio. Confesso que desde sempre fiz questão de manter acesa em mim uma faísca de inocência e ingenuidade. A tendência é associar logo a burrice e imaturidade. Mas desenganem-se os que não me conhecem. Talvez o tenha sido algumas vezes na minha vida, mas de certo nada teve a ver com o desejo de olhar o mundo por este meu caleidoscópio secreto. Tanta gente já vê o mundo tão feio, e é verdade que o é… se olharmos de longe. Mas se, como uma criança, que de tão pequena tudo lhe parece gigante, tentarmos olhá-lo bem pertinho, tentarmos ver todos esses pequenos grandes mundos que orbitam à nossa volta, descobrimos tantas coisas que vale a pena apreciar.

 

Uma criança é capaz de transformar qualquer caixa de papelão num castelo. Depois do castelo feito, pára diante dele, e por breves instantes, fica só a olhar, orgulhosa da sua obra. Saboreia aquele instante como ninguém, apesar de saber que ao final do dia o castelo voltará a ser apenas uma caixa de papelão. Não é a ignorância que a impede de brincar no seu castelo como se não houvesse amanhã. Ela sabe tudo o que é preciso. E a verdade mostra-lhe mais ainda que toda a vontade de brincar e ser feliz só faz sentido naquele momento. Então desfruta-o, aprecia-o, valoriza-o. E no final do dia, se tiver que chorar porque a brincadeira terminou, chora! Sem vergonhas, sem máscaras. Porque é o que realmente sente. Mas nunca se esquecerá do quão boa foi aquela tarde de brincadeira. Do quanto riu e foi feliz por ter sabido olhar aquela caixa muito além do papelão. Não foi preciso um castelo, uma caixa de papelão foi bastante.

 

Todas as pessoas e todas as coisas têm um pouco de caixa de papelão, têm um pouco de conto de fadas. E muitas vezes esquecemos da magia de ser criança, de agarrar nesses olhos mágicos, e em cada uma ver um castelo. Esquecemo-nos de como é fácil ser feliz, ainda que a noite chegue. Esquecemos onde guardámos a faísca da inocência. De como é bom poder rir e chorar quando é isso que apetece. Esquecemos como ver nas coisas verdadeiramente simples a razão para dizer “sou feliz”!

 

Shes only happy in the Sun - Ben Harper

 

 

sinto-me: a criança que há em mim
música: Ben Harper - She's Only Happy In The Sun

by anamar às 17:02

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