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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Paixões sem asas II

 

(imagem tirada da net)

 

Nem sempre as grandes paixões são vividas a dois. Muitas delas nem chegam a sair desse casulo guardado no peito. Ainda não descobri o que é melhor ou pior, certo ou errado, no meio das infinitas razões que levam uma pessoa a optar por viver uma grande paixão, ou deixá-la passar-lhe ao lado. Talvez dependa de cada um de nós saber qual a escolha mais acertada, à medida de cada um. Talvez haja quem pense que o próprio destino, se é que ele existe, se encarrega de escolher por nós. Prefiro acreditar que cada um é livre de escolher por si. O caminho do livre arbítrio não é certamente o mais fácil, mas haver algo que determine a minha vida em vez de mim, não é, de todo, algo que eu aceite.

 

Muitas paixões são sufocadas mal se deixam sentir, aos primeiros sinais. Outras sufocam-nos a nós. Quantos de nós não sentimos já algo que nunca revelámos, mas que nem por isso deixou de nos fazer sofrer, em silêncio? Quantos de nós não nos vimos já enredados numa teia de sentimentos, ora subtis e controláveis, ora como algo explosivo e provocador prestes a soltar-se pela boca? Mas calámos… secámos e guardámos como uma flor no meio das páginas de um livro. Ou porque o momento não era o certo, ou porque a pessoa não era a certa no momento. Ou por medo de arriscar, porque as pessoas muitas vezes não são transparentes, ou porque os outros não entendem. Ou mesmo por sabermos que a dor da ausência dessa pessoa é bem mais suportável que a dor da sua presença. Ou simplesmente porque é possível coexistirem demasiados sentimentos num mesmo coração, e não será muito ajuizado pôr em causa sentimentos fortes e laços duradouros, por meia dúzia de borboletas na barriga e risadas efémeras.

 

Também pode acontecer que uma paixão simplesmente não tenha força para se tornar em algo sólido. Seja por que motivo for, há paixões que simplesmente não acontecem... e quando uma paixão não tem asas, pelo menos a flor pode permanecer.

 

 

sinto-me: na lembrança
música: Hinder - Lips of an Angel

by anamar às 19:43

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Domingo, 13 de Julho de 2008

Paixões sem asas...

 

(imagem tirada da net)

 

    Bem… que posso eu dizer… A verdade é que a minha forma de pensar neste momento me diz tudo aquilo que se pode ler no anterior post. Por outro lado, e de uma forma bem contraditória, o meu sentir sempre foi sedento de emoções fortes, paixões que começam em rasgos de espontaneidade e me levam de arrasto. Paixões que depois vivo e sinto com tanta intensidade… e onde coloco sempre o que de melhor há em mim. Facto é, que nunca consegui construir um casulo suficientemente forte que transforme as paixões em bonitas borboletas. Por vezes ainda penso se terei alguma culpa nisso… mas não se constroem casulos sozinha. Não se constroem casulos quando existe distância, ausência ou silêncio demais. Não se constroem casulos quando não há o que construir. Comigo sempre foi assim.

 

    Muitas vezes gostei demais, mas também chorei demais. Não me importo de chorar, por coisas que valham a pena. E também não me arrependo de uma única escolha que tenha feito, porque tudo valeu bem a pena. Mas as cicatrizes de paixões relâmpago já são tantas, que se puder reduzir as próximas ao indispensável, se calhar não me importo. Não sei… não sei bem o que pensar, o que sentir. Só sei que se tiver que surgir, ao menos que surja algo diferente. Algo que me preencha, que não me faça sentir secundária… mais ainda, que não me faça ter tantas dúvidas… que me faça feliz.

 

Pecado é Lhe Deixar Molho - Tribalistas

 

sinto-me: a tentar ser feliz
música: Tribalistas - Pecado é lhe deixar de molho

by anamar às 03:20

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