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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

Viagem no teu pensamento

 

(imagem tirada da net)

 

Não sei onde é que acaba a dor e começa o conformismo nesta linha ténue de sentimentos indefinidos. Sei que provavelmente estarei presente muitas vezes na tua cabeça, no teu coração. Só não sei muito bem quando nem como. Mesmo assim arrisco em criar uma imagem esfumada na minha cabeça, onde te vejo no silêncio do teu quarto, com uma ou duas velas acesas, um perfume intermitente perdido no ar da roupa pousada na cadeira, depois de um dia tão igual aos outros, tão dormente, tão cegamente perturbador.

 

Vejo-te sentado na cama de costas voltadas para a parede fria, de olhos postos na chama trémula, como que à espera que ela te dê as respostas para aquilo que nem tu próprio consegues entender, depois desse ritual infinito de cálculos e suposições, de possíveis desfechos das tuas histórias, por vezes ainda mal começadas. Então, por breves instantes, sou dona da tua cabeça, entro na tua mente, passo por cima de todos esses teus desejos de controlo, que só servem para disfarçar os medos e aguçar curiosidades.

 

Sobrevoo as lembranças, e vou parando aqui e ali, embalada pela dança da chama acesa, na melodia do ar que entra pelos frisos da janela. Num instinto de defesa vejo-te rebuscar no pensamento disperso mil e uma coisas para pensar em vez de mim. Mas eu sou teimosa, sempre fui, tal como as lembranças que ainda pairam nesse quarto à luz das velas, em cada tecido, em cada pedaço de madeira ou de chão, para onde desvias o olhar à espera que eu desapareça, juntamente com tudo o que um dia julgaste possível para nós. Então, e sem te dares por vencido nesse jogo de forças quase imperceptível, entre a realidade e uma dimensão paralela onde ainda existe alguma paz de espírito, cedes um pouco e deixas-me ficar por mais um instante. Deixas-me tirar-te desse teu mundo de contradições e sentimentos perversos que te bloqueiam e te roubam a fé… não no Criador, mas na grande maioria das Suas criaturas.

 

Deixas-te ficar um pouco nesse lugar interior onde em tempos já conseguimos caber os dois, mesmo que só por breves instantes. Se me concentrar, acho que ainda consigo sentir nas minhas mãos o calor e o conforto que senti no dia em que me abriste a porta desse lugar. Se fechares os olhos talvez ainda me sintas por lá, porque nele há uma porta que se mantém aberta, há um chão onde eu ainda me deito, adormeço e sonho, até ganhar de volta a noção do tempo, e então voltar para o meu mundo e começar a escrever…

 

 

sinto-me: introspectiva
música: Mat Kearney - Won't back down

by anamar às 15:34

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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

Pouco a pouco me liberto...

 

 

(imagem tirada da net)


 

Começo a sentir-me mais livre. Não é que antes estivesse numa prisão. Mas aquele aperto no peito, cada vez que pensava que não te tinha, pelo menos como um dia desejei, já não é o mesmo. Tudo está em mudança. Os sentimentos estão a mudar, eu estou a mudar. O que sinto por ti já não é igual. Continua a ser bom, muito bom, porque sempre que falo contigo os sorrisos multiplicam-se e as tristezas dividem-se. E isto basta para descrever o que guardamos, uma doce e carinhosa amizade. És um amigo como nenhum outro. É bom ter-te por perto, perto do meu coração.

 

Não sei o que o futuro me reserva, ou o que quero construir nele. Não sei se um dia, não poderás vir a dizer-me que afinal é comigo que queres estar. Não sei se nesse dia largarei tudo para poder estar ao teu lado, ou se pelo contrário, te direi que já não são esses os planos do meu coração. Não sei. Independentemente de tudo, é no agora que vivo, é um presente que tenho no colo e é nele que ponho as minhas esperanças. É cuidando de mim, aprendendo a zelar por mim, não esquecendo aqueles que muito me querem bem, sempre fiel ao que sinto aqui e agora, que vou desembrulhando o meu presente.

 

Cada dia pela manhã, pergunto a mim mesma o que há para descobrir em mais um dia. À noitinha quando me deito, agradeço as imensas surpresas que esse dia me trouxe. É maravilhoso ver que há pessoas que ainda nos surpreendem. E mesmo depois de um dia terem sido a razão de algumas lágrimas, descobrimos que ainda podem vir a ser a razão de imensos sorrisos.

 

Porque há duas maneiras de viver: como se nada fosse um milagre, ou como se tudo o fosse! Imaginem qual é a minha…

 

 

sinto-me: Brilhante!
música: If you were a sail boat_Katie Melua

by anamar às 21:22

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Domingo, 13 de Janeiro de 2008

Crónica: Pessoas... razão para um sorriso!

 

(imagem tirada da net)

 

Há tantas pessoas especiais... já diz a música! E é assim que tento pensar. Por mais que tenhamos sentido algo muito forte por alguém, há sempre tanto mais para sentir. E nunca ninguém, que tenha sido realmente marcante, perderá o seu lugar.

Posso falar de amores, posso falar de amigos, posso até falar dos menos amigos, uma coisa é certa, pessoas que marcam jamais serão esquecidas.

Os amores, porque é com eles que vamos aprendendo a sentir. Porque é com eles que descobrimos o que somos capazes, de sentir, de fazer, de dizer. Pomo-nos à prova a todo o minuto. A luta constante entre a razão, o coração, e muitas vezes um terceiro elemento que poucas pessoas se lembram, o ego. O segredo de fazer as escolhas certas está em excluir deste cocktail o último dos elementos. O ego só serve para trazer o medo, a desconfiança e sentimentos que só nos farão mal a nós e aos outros. Há que ensinar o coração e a razão a andar de mãos dadas, é esse o segredo da criação da felicidade, só assim poderemos viver a 100% cada momento.

Os amigos porque são eles que estão quando é preciso chorar, porque é com eles que partilhamos os sorrisos. São eles que estão nos momentos mais felizes, e se não estão, é a eles que contamos, porque sabemos que o nosso sorriso não viverá sozinho por muito tempo... os sorrisos multiplicam-se. E quando as lágrimas caem, são também os amigos que ouvem os porquês, que dão aquele abraço, aquele conforto. São eles os verdadeiros alquimistas, que transformam lágrimas em gargalhadas, é essa a verdadeira magia das pessoas.

E mesmo aquelas pessoas que nós achamos que nada nos dizem, com quem não nos identificamos, nem essas nos passam ao lado. É também com elas que aprendemos, talvez até as lições mais difíceis. Aprendemos quem somos, como somos capazes de agir em situações difíceis, aprendemos a reconhecer o erro e a corrigir-nos. Aprendemos até como agir depois com os amigos, pois todos sabemos que pedir perdão, ou perdoar alguém, é uma tarefa difícil, mas mais ainda quando se trata de alguém que amamos.

Todas as pessoas são importantes e precisamos delas para nos tornarmos seres humanos melhores. Por tudo isto, um grande sorriso, aos amores, aos amigos e aos menos amigos. E obrigada por existirem!

 

Boa sorte/ Good Luck - Vanessa da Mata & Ben Harper
sinto-me: Verde... de esperança
música: Boa sorte (Good Luck)_Vanessa da Mata e Ben Harper

by anamar às 01:20

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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

Crónica: Pessoas... razão para uma lágrima!


(imagem tirada da net)

 

 

Acreditar no lado bom das pessoas. É isso que me invade o pensamento de cinco em cinco minutos nos últimos dias...

Sempre acreditei que todos têm algo de bom que deve pesar sempre mais do que todo o resto. Mas nos últimos dias está difícil de manter esta atitude positiva.

Desde o rapaz que te manda mensagens a dizer o quão especial tu és, que se diz teu amigo, estar para o que for preciso. Que te dá a entender que será mais merecedor de ti do que a pessoa que amas, que apesar de ser o motivo da tua dor nos últimos tempos, sabes que sempre foi a pessoa mais sincera que conheceste. Rapaz esse que mais tarde vens a descobrir que tem namorada. Onde é que pára a honestidade???

Desde estar rodeada de amigos traídos. Namoros de anos. Namoros mais curtos, mas nos quais houve sempre uma pessoa a entregar-se demais, e por sua vez a magoar-se demais. Onde está a honestidade??? Onde está o respeito??? Já nem digo pelo outro, mas por si próprio... onde está? Não é num mundo assim que quero viver.

Desde pessoas que vejo darem tanta importância ao que não tem. Perderem tanto tempo em argumentações, "porque tu isto", "porque tu aquilo", darem significados negativos às atitudes dos outros sem sequer lhes darem o benefício da dúvida... e muitas vezes a pessoas que sempre lhes deram a elas esse benefício. Julgar por si os outros, é um dos maiores erros das pessoas hoje em dia, e sem dúvida dos que mais me têm magoado.

Não adianta pensar o que sempre pensei, "só é magoado quem se deixa magoar" porque é uma grandessíssima treta. Deus ensinou-me a amar as pessoas sem condições, e para haver verdadeiro amor tem de haver entrega. Quando te entregas, abres o teu coração ao que quer que tenham para te dar, por vezes isso implica que te magoes. Nem sempre as pessoas estão preparadas para receber esse sentimento. Nem sempre o que tu dás é recebido como o quiseste passar. Nem todos os olhos vêm da mesma maneira. É aqui que entra o perdão!!!

Grandes amigos, há bem pouco tempo, fizeram-me ver que o que verdadeiramente importa é que te conheças bem, que acredites em ti e no amor que pões em tudo o que fazes ou dizes. Se há quem não esteja preparado para ele, isso já não depende de ti.

sinto-me: Com o coração dormente

by anamar às 12:09

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Sábado, 22 de Dezembro de 2007

Marcas...

(imagem tirada da net)

    As marcas... há sempre marcas deixadas por alguém... metade de nós são as marcas que os outros deixam, e há pegadas que nós teimamos em seguir mesmo que só dentro de nós. Umas na esperança de que um dia se desvaneçam, pois só assim deixaremos de as seguir. Outras porque teimamos em acreditar que essas mesmas pegadas nos levarão a algum lugar que nos faça sentir melhor. De uma maneira ou de outra, insistimos em seguir os passos de alguém... talvez porque não tenhamos nascido para caminhar sozinhos. E são os teus passos que eu vou procurando sincronizar com os meus. Quem sabe um dia consigamos chegar juntos a um qualquer lugar que nos faça sentir melhor... quem sabe!


P.S.: Este texto é dedicado àqueles que entraram na minha vida, e que eu desejo que permaneçam.
sinto-me: Pensativa

by anamar às 19:58

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