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Sábado, 8 de Agosto de 2009

Buscando luz...

 

 

(imagem tirada da net)

 

Sinto uma confusão de ideias tremenda dentro de mim. Um sentimento de perda. Não direi exactamente antecipado, porque já não te sinto comigo há uns tempos, falta apenas o golpe final, a tesourada na corda. Ao mesmo tempo tudo me impulsiona a não baixar os braços, a dar o melhor de mim, a tentar fazer de cada momento, contigo ou sem ti, um momento de alegria, um momento de luz.

 

Tento arranjar forças para conseguir iluminar os meus momentos, aqueles em que estou sozinha, em que estou com outras almas além de ti. Tento iluminar-me junto delas pois tudo na vida são puras trocas de energia, e quanto mais se dá mais se recebe. Tento recordar-me desta verdade por tempos esquecida dentro de mim.

 

Esqueci. E como tudo o que se esquece, custa a enraizar de novo. É preciso esforço para que as nossas verdades esquecidas nos entrem de novo na pele até às veias e comecem a circular de novo dentro de nós. É preciso persistência para se ser o que se quer ser, para nos melhorarmos a cada dia que passa.

 

Estagnei, por uns tempos parei e não evoluí mais. Pode nem ser esta a verdade mas é o que sinto. Agora que dei conta, é tempo de voltar ao caminho certo, ao caminho que me leva para mais perto de mim, para mais perto da minha luz.

 

Ontem á noite chorava. Chorava de uma tristeza automática, de uma tristeza vulgarmente triste. Chorava por coisas que tive e já não tenho. Chorava porque me deixei levar por um coração escurecido, adormecido na dor da perda. Chorava por esses motivos que toda a gente chora quando ama da maneira errada, quando ama para ter e não para dar… chorava. Hoje acordei num dia novo, com resquícios de um adormecer atribulado, mas com uma vontade de me redireccionar, de tomar outra postura perante aquilo que me atormenta, o medo de te perder. O medo de te deixar ir e que não voltes mais.

 

Deixei-te entrar na minha vida de uma forma que não permiti a mais ninguém. Só a hipótese de ter de te deixar ir me assombra. Mas é uma hipótese. Tento perceber se a mais fácil ou a mais complexa, a mais correcta ou o erro mais crasso. Aposto que nem tu ainda saber a resposta… 

 

 


by anamar às 19:12

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Sábado, 1 de Agosto de 2009

Quero amar-te assim...

 

(imagem tirada da net)

 

Procuro no que os outros escreveram as palavras capazes de descrever o que sinto, pois as minhas próprias palavras se esgotaram. Parece que estou a ficar seca, com pensamentos cheios de dor que me paralisam, ou simplesmente de pensamentos vazios de sentido lógico. Nada do que eu possa dizer transmitirá o que gostaria, o verdadeiro sentido das coisas. No entanto, encontrei algo que me diz o que há muito procurava dentro de mim e não encontrava… aqui.

 


 

Fico simplesmente a olhar a chuva cair sem conseguir dizer o que for. A chuva cai, sobre mim enquanto eu giro sob ela á espera que o céu me devolva algo que eu nunca tive. À espera de que a ilusão que vivi passe a ser a verdadeira realidade. Mas o céu só me manda a chuva, pequenas gotas que deslizam pelo meu rosto, que me caem nas mãos. O único brilho que vejo é o brilho de um chão molhado, escorregadio. Tenho medo de escorregar, de fazer o que o medo me leva a fazer em vez do que penso e sinto… mas eu não sei o que sinto. Não sei se te amo de verdade ou se apenas tenho medo de voltar a estar só. Creio que um pouco de ambos. Creio que o meu coração te ama, porque apesar de tudo o que o medo me leva a sentir, o não querer estar só, o falso sentimento de estabilidade e segurança que sinto por te ter comigo, sei que vou ser capaz de te deixar abrir as asas para poderes ser livre, de amarras, de sentimentos estagnados. Sentimentos que fazem mal. Sentimentos que nunca julguei ter dentro de mim, que me prendem e te prendem, mas que surgiram, e agora tenho de lidar com eles. Preciso domá-los, preciso entendê-los e arrumá-los, e não sei se serei capaz se não te libertar, se não te deixar ser quem tu és. Estou consciente que esse será o primeiro passo para a minha “cura”, para a minha aprendizagem. Sinto que a nossa história foi como um estágio, para uma nova etapa da vida de ambos, para testar a nossa resistência e existência, no fundo para sabermos bem quem somos. Contigo aprendi um pouco mais sobre mim, porque, pela diferença consegui ver, ainda que não muito bem o que sou, mas o que não sou.

 


by anamar às 14:23

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Terça-feira, 21 de Abril de 2009

Ser ou estar… O verbo da solidão!

 

 

 (imagem tirada da net)

 
Quantos tipos de solidão existem?
 

Nunca ninguém responde plenamente a esta questão. Quanto muito, vão deixando pelo caminho formas de percebermos por nós, como quem deixa mensagens cifradas num jogo de pistas. Resta-nos apenas segui-las e decifrá-las.

 

Há também quem simplesmente prefira permanecer ignorante neste assunto, ou mesmo fugir dele. Ironicamente, são essas pessoas que mais depressa descobrem a resposta. Porque será?!

 

Mas é quando me curvo sobre os meus pensamentos que me apercebo dos tipos de solidão que já passaram por mim.

 

Há a solidão de momento. Mais fraca. Aquela que de repente se sente quando, depois de duas semanas hiperactivas, paramos dois minutos. Então o corpo pára… a cabeça pára… e só sentimos aquele ligeiro agridoce no peito, como se todas as coisas se tivessem afastado de nós num repentino magnetismo invertido. Alguns preferem deixar-se degustar o doce da pausa, outros preferem sentir apenas o acre da distância das coisas.

 

Depois há aquelas solidões mais agudas e mais duradouras. Há a solidão de amores. Há a solidão de amigos. Ou porque eles estão geograficamente distantes, ou emocionalmente distantes, ou simplesmente porque não se tem a percepção da sua existência.

 

Há a solidão voluntária. Há a solidão inevitável. Há a solidão estratégica. Há o estar-se só sem se sentir só. Há o sentir-se profundamente só rodeado de gente. Há o estar-se só e o ser-se só. Há o fechar os olhos e não sentir ninguém por perto, ninguém à escuta dos pensamentos... nem nós mesmos. Esta, sem dúvida, deve ser a pior forma de solidão…

 

 

 

sinto-me: encaixotada
música: Love Theme - Romeo and Juliet Soundtrack - Michael Nyman
tags:

by anamar às 23:28

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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

Nem gelados, nem beijos...

 

(imagem tirada da net)

 

E aqui estou eu, com a torre diante dos meus olhos, ícone de uma cidade onde o vento sussurra o verbo beijar aos ouvidos mais atentos. Aqui estou eu, sentada nesta varanda onde os sós vêm fingir-se acompanhados de si mesmos, onde os pares vêm saborear um beijo entre uma colher de gelado e a outra. E aqui estou eu, sem gelados nem beijos… fingindo que não me sinto só. Ao mesmo tempo tento habituar-me a estar assim…

 

Olho em volta e reparo que não sou a única numa mesa para dois com uma cadeira desocupada, não sou a única que finge esperar por quem não vem, ou simplesmente a fixar o olhar nas luzes amareladas desta cidade romântica, onde o romance se perdeu antes de chegar a esta mesa.

 

Olho o telemóvel pela décima vez. O visor permanece igual, com cinco minutos de diferença desde a última vez que olhei. Mas que espero eu que ele me diga? Que confirme que é sozinha que vou passar mais esta noite de um Verão quase apagado? Por vezes olho para ele e imagino-o como uma bola de cristal, capaz de me revelar a qualquer momento um final feliz, neste meu conto de fadas… Mas logo em seguida chamo-me tola. Sou uma tola que paira entre ilusões, realidades coloridas, e algumas sombras disfarçadas. Sou uma tola que ainda acredita que as coisas podem acontecer de repente, com um simples estalar de dedos, como nos filmes.

 

Estou cansada de melodramas, mas são a única coisa que me sai neste momento, são a única coisa que ainda alimenta a minha criatividade, se é que se pode chamar criativa, uma pessoa que debita vezes sem conta as mesmas histórias, jogando com as palavras, mudando apenas os cenários, mantendo sempre o mesmo personagem, padecente de um destino nem cruel nem benévolo, apelas inerte.

 

 

 

sinto-me:
música: Staind - "Everything Changes"
tags:

by anamar às 20:22

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Terça-feira, 22 de Julho de 2008

Não dormi... murchei...

    Depois de uma noite sem dormir... pensando... sonhando... lembrando... sorrindo... chorando... Esta música diz tudo o que eu não consigo escrever agora... porque não dormi... (mas nem tudo o que ela diz eu subscrevo). É simplesmente linda...

 

 

 

 

sinto-me: very sleepy
música: Carvão - Ana Carolina

by anamar às 18:01

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